IMFx TECH  ·  NÚCLEO DE FUNCIONÁRIOS VIRTUAIS

Plano robusto do modelo comercial e de crescimento

O funcionário do mês, todo mês, virando máquina. Oferta, unit economics, os três eixos de expansão, contrato, retenção, o motor de IA e o mapa de capacidade. Pressionado pelo C-Level Squad e pelo conselho.

Documento estratégico interno · confidencial · 10/2026

Veredito em uma linha

Você tem um produto de margem rara (o motor de IA é custo do cliente) preso num modelo que ainda não cobra o que entrega e num MRR que vaza pela renovação. Os três consertos que valem quase todo o dinheiro: renovação a preço de tabela vigente, o catálogo de expansão amarrado no contrato, e a decisão consciente de manter o motor como custo do cliente pelo maior tempo possível. Fazendo isso, você sai do vermelho com 13 clientes e escala até ~40 sem contratar ninguém novo além do que já tem.

1Modelo comercial consolidado


O produto não é chatbot, é um board digital. Cada funcionário vem com o C-Level Squad (6 lentes executivas mais o conselho) disponibilizado ao cliente. Esse é o fosso que separa você do genérico e justifica o ticket.

Porta única (a venda)

R$3.600/mês. Um número só na mesa, sem menu. No cartão: 12x de R$3.168 (R$38.016/ano, 12% off) ou à vista R$34.560 (20% off). Todo desconto compra compromisso e caixa adiantado.

Bônus de fechar no dia

+3 agentes (ativam sob demanda) e +100GB. Escassez que aumenta o valor percebido sem te custar quase nada.

Entrega base

VPS dedicada, 7 agentes, até 10 usuários no Element, 200GB (100 uso + 100 backup, cliente enxerga 100). Onboarding em até 30 dias.

A chave econômica

O motor de IA (Claude/GPT) é conta do cliente. Seu custo é só VPS + time. A margem de contribuição vive entre 72 e 75%, do mensal ao à vista. Margem que quase nenhum SaaS tem.

Consequência estratégica: como a IA não te custa, os limites de agentes, usuários e memória não são teto de custo, são âncoras de valor e de capacidade. Isso muda a lógica inteira do upsell: você precifica por valor, não por custo.

2Unit economics e o gap real


R$ 20k
MRR real hoje
~R$ 29,2k
operação base / mês
~R$ 9k
gap mensal atual
~13
clientes p/ break-even

Você tem 10 clientes ativos, mas o MRR é R$20k e não R$35k porque os primeiros entraram baratos. A operação base custa ~R$29,2k. Ou seja, hoje você roda com ~R$9k de gap por mês, coberto por caixa e não por recorrência. Todo cliente novo entra a R$3.600 cheio.

O furo estrutural não é o número de clientes, é que o MRR vaza: a renovação do ano 2 hoje herda o preço velho. Isso se conserta no contrato (seção 4).

3Os três eixos de expansão e o catálogo


Um agente atende vários usuários. Logo agente e usuário são medidores independentes. Somando a máquina, você tem três eixos pra cobrar, e hoje cobra em nenhum.

Função

O agente. Custo teu ~zero.

Volume

O usuário/assento. Custo teu ~zero.

Potência

A máquina. Único com custo real.

RecursoPreço
Porta única — a venda (base)
o único número na mesa · 12x 3.168 / à vista 34.560
R$ 3.600 /mês
Funcionário Virtual adicional
custo ~zero · coração do land and expand
R$ 497 /mês
Cadeiras (assentos) — pacote de 3
só em pacote, nunca a unidade solta
R$ 347 /mês
Upgrade Máquina Turbo (8 vCPU / 16GB)
servidor +R$194 · conta do cliente ~72%
R$ 497 /mês
Upgrade Máquina Ultra (instância dedicada premium)
servidor +R$582 · retenção de quem já é cliente
R$ 997 /mês

Venda entra por uma porta só. Expansão sai por estes degraus depois do fechamento, é aqui que o LTV cresce sem aumentar o CAC. Os degraus são medidos na margem global da conta do cliente, não linha a linha.

Em definição (fora deste catálogo por ora): módulo de faturamento/glosa, ecossistema (WhatsApp, Notaas, CRM, assinador), segunda unidade por CNPJ e o plano de indicação. Entram quando os custos de atacado e o percentual da glosa estiverem fechados. Até lá, só os cinco acima valem na mesa.

3.1 · Como o acesso é controlado (o medidor que nasce fechado)

Pro eixo Volume ser um medidor de verdade, o assento precisa nascer fechado na nossa mão. É isso que faz "até 10 usuários" ser controle real e não promessa no papel. Só a IMFx cria login e servidor privado. A cadeira nasce na criação do login, o medidor não vaza na origem, e o teto é simplesmente quantas cadeiras a IMFx já provisionou. Não é trava de abuso, é o motor de expansão: cada assento a mais é venda automática de custo quase zero.

Os três acessos

Acesso IMFx cria tudo (login e servidor privado), ninguém entra sem passar por nós. Acesso Titular é o dono comprador, manda em todos os bots da conta. Acesso Usuário é cada pessoa com login, dona do bot dela. Quem está na sala conversa com os bots presentes.

Sala como perímetro

O bot responde a quem está na sala, sem lista por pessoa, zero fricção. Trazer um bot pra uma sala é direito do dono dele ou do Titular, e é aí, na entrada, que a autorização é checada. Sala como perímetro, sem burocracia por usuário.

De/Para com os papéis nativos do Element (o técnico do Marcelo): Titular = Administrador (o comprador, manda em todos os bots) · Usuário com bot = Moderador (dono do bot dele) · Usuário sem bot = Padrão (login, fala em sala, não tem bot). O teto conta login, não bot: ex. Proteger com 10 assentos = 1 Administrador + 6 Moderadores + 3 Padrão, e 7 bots. Trava de ouro pro dev: trazer um bot pra sala fica preso à autorização do bot (dono ou Titular), nunca ao papel de Moderador do Element, que só convida pessoas.

Teto dinâmico: o teto não é fixo em 10. Ele é igual ao número de Acessos Usuário que a IMFx provisionou. Base 10, sobe conforme vende, e como só a IMFx cria login, é impossível furar por dentro. O eixo Volume vira receita que acompanha o crescimento do time do cliente, e quanto mais gente da operação depende do residente, mais caro é sair. Assento vendido é receita e retenção no mesmo movimento.

3.2 · Rede: múltiplos CNPJs e o plano progressivo

O caso Paula (3 clínicas) mostra o próximo degrau: um cliente que é uma rede. A regra nasce de uma restrição técnica que vira proteção jurídica. Uma VPS é um ambiente e um banco de dados só, não dá pra separar dois CNPJs dentro dela. Então CNPJ distinto pede instância distinta, por obrigação de LGPD e pra não misturar dado sensível de operações diferentes. A exceção existe e fica em contrato: se for o mesmo grupo, o cliente insistir e aceitar formalmente que o dado das unidades convive no mesmo ambiente, aí pode ser instância única.

Caminho A — Rede (instância por CNPJ)

Quando os CNPJs são controladores distintos ou exigem isolamento. Cada unidade ganha seu ambiente segregado. Cobra pelo plano progressivo abaixo.

Caminho B — Instância única

Só quando é o mesmo controlador e o cliente aceita em contrato o convívio dos dados. Fica numa instância só e expande máquina e assentos pelo catálogo.

Grade da rede: em definição. A lógica está travada (CNPJ distinto pede instância distinta por LGPD, salvo mesmo controlador aceitando em contrato o convívio dos dados), mas os preços da 2ª unidade em diante entram junto com o plano de indicação, que ainda está sendo construído. A pergunta que decide tudo, antes de qualquer número, continua sendo uma só: as unidades são o mesmo controlador de dados ou entidades separadas? O barato da rede é o CAC, a 2ª e a 3ª unidade são expansão de quem já confia, não aquisição.

4Contrato: a espinha dorsal (5 correções)


O contrato atual é forte no jurídico (IP, penal 10x, execução, LGPD) e furado no comercial: ele não define quanto você entrega, então não consegue cobrar o que passa disso. As cinco intervenções:

4.1 · Reajuste obrigatório e renovação a preço de tabela a jogada-mãe

É o conserto que mais vale dinheiro. Hoje a cláusula diz que o valor "poderá" ser reajustado, e reajusta o preço antigo, o que perpetua o desconto dos clientes velhos. A correção puxa cada cliente antigo pro preço cheio a cada aniversário. É assim que os R$20k caminham pros R$35k sem briga cliente a cliente.

Substituir a Cláusula 4.5 e inserir a 6.2.1

4.5. A cada renovação, os valores serão reajustados pela variação acumulada do IPCA/IBGE desde a última contratação.

6.2.1. A renovação observará os valores da tabela comercial vigente da CONTRATADA na data da renovação, aplicado no mínimo o reajuste da Cláusula 4.5, prevalecendo o maior. Condições promocionais anteriores não se incorporam ao Contrato nem geram direito adquirido nas renovações.

4.2 · Delimitar a base e ligar o catálogo

Inserir a Cláusula 2.4

2.4. A Instância é disponibilizada conforme os limites do Anexo I. Funcionários adicionais, assentos de usuário adicionais, ampliação de armazenamento, upgrade de máquina, módulos e níveis superiores de suporte constituem Recursos Adicionais, contratáveis conforme o Anexo II, integrando o valor mensal a partir da ativação.

4.3 · Assento de usuário como recurso contável

2.4.1. Entende-se por assento de usuário cada pessoa autorizada pela CONTRATANTE a interagir com os Funcionários Virtuais. Autorizações além do limite do Anexo I constituem Recurso Adicional.

4.4 · SLA padrão definido (pra poder vender o premium)

9.1-III (compl.). O Suporte padrão observará os parâmetros de disponibilidade e tempo de resposta do Anexo I. Níveis superiores constituem Recurso Adicional.

4.5 · Reonboarding por troca de equipe

2.5. Retreinamentos ou reonboarding por alteração de equipe, processos ou operação da CONTRATANTE após o aceite excedem o escopo e serão orçados à parte, conforme o Anexo II.

Anexo I — Quadro de Configuração da base

RecursoIncluído (R$3.600/mês)
Funcionários Virtuais ativosaté 7
Assentos de usuárioaté 10
Armazenamento100 GB
MáquinaPadrão · 4 vCPU / 8GB
SLAPadrão · resposta em 1 dia útil
CX1 reunião/mês (passiva) + ritual mensal

antes de assinar Preencher o representante da Proteger (hoje "a definir"), migrar o documento de NHW para IMFx, e reforçar o anexo de LGPD por ser dado de saúde.

5CX e retenção: onde mora a renovação


Churn não é o evento do cancelamento, é a tensão acumulada entre o primeiro valor e o hábito. Sua CX tem que ser dupla:

Passiva (no pacote)

1 reunião de 1h por mês, o cliente solicita. É o piso do contrato. Testa 1, sobe pra 2 só se a agenda da Vitória permitir e o cliente pedir.

Ativa (a que retém)

A Vitória lê o relatório mensal de uso, identifica o cliente ou o usuário individual que usa menos, e chama antes de virar cancelamento. Prender uso é prender renovação.

O ritual funcionário do mês é sua arma dupla: encanta (gera a imagem do agente que mais trabalhou e manda no grupo) e serve de radar de churn (quem aparece pouco vira alvo da CX ativa). É marketing e retenção no mesmo movimento, de graça.

Vitória recebe por renovação. Ela é quem faz o cliente renovar, então o OTE dela tem que premiar isso. Já existe o aditivo Carteira CX (base 2% sobre a renovação limpa, acelerando por GRR: até 89% = 2%, 90-99% = 3%, 100%+ = 4%), vigente após 12 meses. Mantém e comunica isso pra ela como o motor de ganho dela.

6Planos de Sucesso e SLA


Você precisa de um baseline definido pra poder vender um tier de cima. Três níveis:

NívelO que entregaPreço
Padrão
(no pacote)
Resposta em 1 dia útil, horário comercial. 1 reunião CX/mês passiva. Ritual mensal.incluso
PremiumResposta prioritária (mesmo dia), CX quinzenal ativa, relatório de uso comentado.em definição
Plano de SucessoGestor de sucesso dedicado, reunião semanal, roadmap de novos processos, prioridade em fila de desenvolvimento.em definição

O Plano de Sucesso é o teto natural pro cliente grande, que tem muita gente usando e muito a perder se o residente cair. Ele paga pela tranquilidade.

7Reonboarding por troca de equipe


Turnover do cliente é retrabalho seu. Quando ele troca a equipe, o pessoal novo não sabe usar o residente, o uso cai, e o risco de churn sobe. Isso não pode sair de graça da sua conta.

8A estratégia do motor de IA decisão de tese


Essa é a decisão mais importante do seu médio prazo. Hoje o motor é conta do cliente, e isso é o que te dá a margem rara. Internalizar o motor traz receita nova mas mata a vantagem e traz custo variável e responsabilidade. O caminho é faseado, não binário.

0
Hoje — motor do cliente. Ele assina Claude/Codex, usa com a conta dele, você monitora. Custo de IA = zero pra você. Mantém isso pelo máximo de tempo, é a sua assimetria. Não jogue fora cedo demais.
1
Conta gerenciada (upsell de conveniência). Pro cliente que não quer lidar com isso, você assina com email seu, coloca ele pra usar e cobra uma taxa de gestão + repasse do consumo com margem. Vira serviço opcional (não default), com preço que cobre o custo variável e sobra. Aqui você começa a capturar receita do motor sem assumir o custo de todos.
2
Compra em escala (poder de barganha). Com volume, você negocia planos/API em atacado e revende com margem pro cliente que optar pela conta gerenciada. A economia de escala vira teu lucro. Ainda opcional, ainda controlado.
3
Modelo próprio / híbrido (fosso técnico). Longo prazo. Rodar modelos abertos afinados pra tarefas específicas (roteamento, triagem, tarefas repetitivas) e reservar o modelo premium só pro que exige. Corta custo variável e reduz dependência de Anthropic/OpenAI. Só faz sentido com escala e time técnico, é onde o Marcelo e um futuro CAIO entram.
Regra de ouro: nunca internalize o motor por default. Cada fase é opcional e paga. A vantagem de "COGS sem IA" só morre se você deixar. Internalizar é pra capturar margem de quem quer conveniência, não pra assumir o custo de todo mundo.

9Marketplace de skills e integrações


Hoje você tem Feegow, Amplimed e Google Agenda como base. Cada integração e cada skill que você constrói pra um cliente é um ativo reutilizável, se você tratar como produto e não como favor.

10Capacidade e time: o mapa de escala


O gargalo-mãe é a entrega humana, não o dinheiro. A conta da Vitória:

15/sem
teto da Vitória (~65/mês)
8 reuniões
custo de rampa por cliente novo
~40
clientes ativos que ela sustenta sozinha

Cada cliente novo consome ~8 reuniões concentradas nos 3 primeiros meses (4 no onboarding semanal, 4 no ramp de 2 meses), depois vira ~1/mês e anda sozinho. O que trava não é a entrada, é a base madura acumulada: a manutenção mensal come a capacidade conforme a carteira cresce. Fórmula: carga = 8 × (novos/mês) + cadência × (base madura).

O gatilho de contratar: quando a carteira ativa passar de ~30 a 35 clientes, ou o intake precisar passar de 4/mês de forma consistente, você separa o papel. Um onboarder júnior pega as 8 reuniões de rampa (a parte pesada e repetível). A Vitória fica no CX ativo e na renovação, onde ela gera receita via a Carteira CX. Você tira o braçal dela e mantém ela no que puxa dinheiro.

Os outros limites: o Venâncio (suporte, ~4 clientes/h por 10h) não é gargalo, tem folga grande. O gargalo real antes dos 40 clientes é comercial: você e o Gabriel enchendo o funil. E você é gargalo de venda porque muitos clientes compram por você, faz 5-6 reuniões/dia. Leitura: a Vitória te leva tranquila até ~40, então ela não é o que te prende pra sair do vermelho (13 clientes). O que te prende é a máquina de aquisição.

11O que o C-Level Squad apontou


Vision Chief

O marketplace é o ativo, não o serviço.

O jogo grande não é vender residentes um a um, é construir a plataforma composável de funcionários virtuais com um catálogo que se aprofunda a cada cliente. Proteja o "motor é do cliente" como tese central pelo máximo de tempo. A ambição de 24-36 meses é virar o padrão do médico empresário, não uma boutique de projetos.

COO Orchestrator

Separe onboarding de CX antes dos 35 clientes.

A rampa (8 reuniões) é repetível e delegável, a retenção não é. Padronize o onboarding num playbook pra um júnior executar e libere a Vitória pro que gera renovação. Sem isso, você trava em ~40 e a qualidade cai.

CAIO Architect

Internalizar o motor é opcional e faseado, nunca default.

Capture margem de quem quer conveniência (conta gerenciada), negocie atacado com escala, e só vá pra modelo próprio em tarefas específicas. Cada passo mantém a vantagem de custo. O marketplace de integrações é o que aprofunda o fosso.

CTO Architect

Os tiers de VPS já dão a escala, formalize o isolamento.

Entrada/Turbo/Ultra cobrem a demanda. O que precisa endurecer é o isolamento multi-tenant e o provisionamento repetível, pra colocar cliente sem esforço manual e suportar o eventual motor internalizado sem risco cruzado.

CIO Engineer

Dado de saúde exige governança antes de escalar.

Pseudonimização e tokenização já estão no contrato, bom. Formalize o anexo de tratamento de dados, a governança de credenciais e o padrão de conectores reusáveis. Conformidade não é custo, é o que te deixa vender pra cliente grande.

CMO Architect

A expansão tem que ser narrativa de valor, não cobrança.

O ritual funcionário do mês é seu melhor marketing e prova de valor, use nas vendas. Posicione o upsell como "seu funcionário cresceu", não como fatura extra. E o preço na renovação se sustenta pelo fosso do marketplace, comunique isso.

12Veredito do conselho


Onde concordam

O modelo é sólido e a margem é rara. O maior risco não é custo, é a erosão do MRR pela renovação e o gargalo humano ao escalar. As correções de contrato e a separação do papel da Vitória são consenso: fazer já.

Onde brigaram, e quem tem razão

O CFO cético quer internalizar o motor pra capturar receita; o CAIO e o Vision Chief seguram. O conselho decide com o CAIO: internalizar por default mataria a vantagem. Captura só como opção paga e faseada. O outro atrito: crescer rápido (mercado) vs proteger a entrega (COO). Decisão: o freio hoje é comercial, não operacional, então acelere aquisição agora e contrate o onboarder júnior quando a carteira encostar em 30-35, não antes.

Decisão final

Conserte o contrato, ligue o catálogo, blinde a renovação e encha o funil. O motor fica com o cliente. A Vitória vira máquina de renovação. Escala até 40 sem contratar, e o gatilho de time já está definido.

Alertas que não dá pra ignorar

Você é o gargalo de venda (clientes compram por você), isso não escala sozinho, comece a transferir autoridade. E a dependência de Anthropic/OpenAI é risco de fornecedor: a fase 3 do motor existe pra mitigar isso, não é só custo.

13Plano de ação priorizado


  1. Já (esta semana): levar as 5 cláusulas ao jurídico pra virar aditivo padrão. Migrar o contrato de NHW pra IMFx e preencher o representante da Proteger.
  2. Já: anexar o Quadro de Configuração (Anexo I) e o Catálogo (Anexo II) ao contrato mestre. Todo cliente novo nasce com base delimitada e upsell precificado.
  3. 15 dias: treinar Gabriel e Vitória no catálogo e nos planos de sucesso. Venda por uma porta, expansão pelo Anexo II.
  4. 30 dias: aplicar a renovação a preço de tabela vigente nas próximas que vencerem. Começar a puxar o MRR dos 20k pros 35k.
  5. Contínuo: encher o funil (foco comercial), rodar o ritual funcionário do mês e a CX ativa da Vitória.
  6. Gatilho (carteira em 30-35): contratar onboarder júnior, separar rampa de retenção.
  7. Médio prazo: desenhar a fase 1 do motor (conta gerenciada como opção paga) e estruturar o marketplace de módulos como catálogo formal.